quarta-feira, dezembro 31, 2003
 
Que bonita a camisa do Amarante:


@ 2:56 PM


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segunda-feira, dezembro 29, 2003
 
Só algumas bobagens.
Era pra eu estar almoçando agora, meu querido de todo dia, mas não estou com vontade. Tem um monte de gente à mesa mas eu não tou com vontade de um monte de gente. Estou com vontade de cobertor quentinho, chá e sapos de pelúcia. Você precisava ver a chuva que caiu quando eu cheguei aqui, encharcou as minhas sapatilhas novas - pela segunda vez em uma semana.

Era pra eu estar fazendo um monte de coisa agora, mas na verdade eu não quero fazer nada agora. Me sinto triste por motivos pequenos e aqui de onde eu vejo eles parecem maiores. Aqui todo mundo está numa cegueira boa e eu carregando um monte nas costas. E acho que isso não é legal. Mas sei que é uma bobagem no fundo, porque todo mundo que vive carrega um monte nas costas. Só que este monte não precisaria pesar tanto, se eu quisesse. Eu quero, mas parece que não quero.

Acho que posso tornar as coisas melhores. E é isso que eu desejo pra todo mundo pro ano que vem. Não precisamos ser cegos também, mas podemos olhar as coisas por milhares de jeitos diferentes.

PS:
Ontem, pela primeira vez em muito tempo, eu deixei de sentir medo da morte por alguns instantes. Daí eu consegui viver um pouco.


@ 12:57 PM


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sexta-feira, dezembro 26, 2003
 


@ 9:59 PM


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domingo, dezembro 21, 2003
 
Orgulhos + Brigas = Espírito de porco.
Coalas + Libélulas = Amor.


@ 11:00 PM


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sexta-feira, dezembro 19, 2003
 
O sonho mais assustador que eu já tive talvez seja o desta noite.
Sonhei que estava saindo do mar e a morte veio falar comigo na areia. Ela parecia aqueles bonecos mexicanos de dia dos mortos e vestia o habitual capuz preto. Me disse que eu não tinha gastrite, como o médico diagnosticou, e sim um fungo no estômago. E que era incurável e que eu morreria em breve.
Depois continuei a vida e esqueci deste aviso, até que um dia ela apareceu na janela do quarto do meu pai (onde eu dormia ontem) e me chamou. Eu fiquei implorando pra não morrer e ela se comoveu e disse que ia chamar Deus.
Então Deus chegou na janela do quarto e eu não lembro o que conversamos, só lembro que Deus e eu começamos a analisar a minha vida, e não lembro se ele resolveu me deixar viver ou morrer.
Lembro também de os meus avós ficarem chorando ao meu lado e eu estar esperando o meu pai sem saber se eu estava viva ou morta, porque ele tinha a resposta. Lembro que tive muito medo e chorava também.


@ 3:44 PM


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Poderia ser a minha tattoo... tem uma libélula E uma flor de lótus.
E mais, o desenho é de uma fonte. E corresponde à letra G do teclado. G de Gabriela.

Se bem que estou na dúvida se é uma lótus ou flor de cerejeira.


@ 3:25 PM


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Trouxe, pra ouvir no trabalho, dois presentes que ganhei de aniversário.
Placebo - Sleeping With Ghosts
Incubus - Make Yourself

Até agora, estou gostando mais do CD do Incubus. O do Placebo eu ouvi primeiro e é bom, mas não me chamou muito a atenção como eu esperava em um Placebo. Já o segundo me prendeu mais por enquanto (ainda não ouvi todas).


@ 2:14 PM


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Abri uma janela. E a porta também.


@ 1:57 PM


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Está cada vez mais difícil respirar aqui sem me incomodar. Pra escapar do fedor nojento de cigarro no ar condicionado, tentei cheirar meu cabelo, que há meia hora atrás estava gostoso com cheiro de shampoo novo. Agora está fedendo igual ao ar daqui. O meu copo de água está com aroma de fumaça. A minha roupa já perdeu o perfume que eu passei antes de sair, assim como o desodorante, que a esta hora também deve estar com cheiro defumado. Assim não dá.
E a idiota aqui não sabe reclamar... daqui a pouco eu poderia alucinar aqui dentro, se tivesse coragem. Mas nem a habitual tossidinha dos não-fumantes...
Me sinto um chester defumado, falando em natal.


@ 1:19 PM


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Não sei o que fazer. Instalaram ar condicionado na minha sala do trabalho, que tem três fumantes que passam o tempo todo fumando. O ar daqui está insuportável. Irrespirável. E eu, a que não fuma na sala, não sei como pedir pra todo mundo parar de fumar neste AMBIENTE FECHADO, ou dizer pra abrirem as janelas senão eu morro sufocada.


@ 1:04 PM


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quinta-feira, dezembro 18, 2003
 


@ 7:31 PM


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quarta-feira, dezembro 17, 2003
 
Hedwig and the Angry Inch


[The Origin of Love]

When the earth was still flat,
And the clouds made of fire,
And mountains stretched up to the sky,
Sometimes higher,
Folks roamed the earth
Like big rolling kegs.
They had two sets of arms.
They had two sets of legs.
They had two faces peering
Out of one giant head
So they could watch all around them
As they talked; while they read.
And they never knew nothing of love.
It was before the origin of love.

The origin of love

And there were three sexes then,
One that looked like two men
Glued up back to back,
Called the children of the sun.
And similar in shape and girth
Were the children of the earth.
They looked like two girls
Rolled up in one.
And the children of the moon
Looked like a fork shoved on a spoon.
They was part sun, part earth,
Part daughter, part son.

The origin of love.

Now the gods grew quite scared
Of our strength and defiance
And Thor said,
"I'm gonna kill them all
With my hammer,
Like I killed the giants."
But the Zeus said, "No,
You better let me
Use my lightning, like scissors,
Like I cut the legs off the whales
And dinosaurs into lizards."
Then he grabbed up some bolts
And he let out a laugh,
Said, "I'll split them right down the middle.
Gonna cut them right up in half."
And then storm clouds gathered above
Into great balls of fire

And then fire shot down
From the sky in bolts
Like shining blades
Of a knife.
And it ripped
Right through the flesh
Of the children of the sun
And the moon
And the earth.
And some Indian god
Sewed the wound up into a hole,
Pulled it round to our belly
To remind us of the price we pay.
And Osiris and the gods of the Nile
Gathered up a big storm
To blow a hurricane,
To scatter us away,
In a flood of wind and rain,
And a sea of tidal waves,
To wash us all away,
And if we don't behave
They'll cut us down again
And we'll be hopping around on one foot
And looking through one eye.

Last time I saw you
We had just split in two.
You was looking at me.
I was looking at you.
You had a way so familiar,
But I could not recognize,
Cause you had blood on your face;
I had blood in my eyes.
But I could swear by your expression
That the pain down in your soul
Was the same as the one down in mine.
That's the pain,
Cuts a straight line
Down through the heart,
We called it love.
So we wrapped our arms around each other,
Trying to shove ourselves back together.
We was making love,
Making love.
It was a cold dark evening,
Such a long time ago,
When by the mighty hand of Jove,
It was the sad story
How we became
Lonely two-legged creatures,
It's the story of
The origin of love.
That's the origin of love.


@ 11:40 AM


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terça-feira, dezembro 16, 2003
 
O dia do hotelzinho foi um dos mais felizes da minha vida inteira. Daqueles pra ficar em histórias e memórias.
Foi feliz porque nós dois estávamos juntos e andamos juntos à noite sem preocupação, sem saber onde estávamos indo. Caminhamos pelo Guará e pegamos o ônibus das 10 da noite, quase no final do horário da linha, sem nos importarmos com o que aconteceria - se nós encontraríamos quarto em algum lugar ou não.
Tudo o que importava era sentar junto, um do lado do outro, e brincar sobre a minha saia curta, e nós dois sem nos agüentarmos - de tesão um pelo outro. Muitos beijos, muitas palavras no ouvido, muitos abraços e muitos sorrisos.
Os silêncios sempre rendiam alguma conversa depois, ou então eu olhava pra janela e observava as luzes passarem quando nenhum dos dois tinha nada a dizer. E assim eu me sentia bem, feliz e completa. Como se a vida não precisasse de mais nada além daquilo: ele, eu, pés e mãos, e olhos e bocas e corações. E não precisa mesmo.
Não haviam dificuldades, assim como não precisam haver hoje.
Acho que em 6 meses as coisas não mudam tanto.
Acho que ainda somos o casal da suite 311 daquele hotelzinho estranho na W3 norte.


@ 7:31 PM


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Moisés:


A Bm D E A E
Nada vai mudar entre nós, como eu sei, eu só sei

A Bm D E A A7
Tudo vai permanecer igual, afinal, não há nada a fazer

D Dm A A/G# F#m
Eu não nego, eu me entrego, você é meu grande amor,

Bm E A A7
e hoje eu vou te dizer "eu te amo"

D Dm A A/G# F#m
Eu imploro eu te adoro, você tem meu coração

Bm E A
a bater pra você mais uma canção


Los Hermanos


@ 2:34 PM


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YEY!
Fiz o meu primeiro projeto pra 2004, lalala.
E ainda não vou contar pra ninguém, só uma pessoa sabe. E by the way, ela vai ser minha parceira!


@ 1:46 PM


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Não é possível que um mínimo grão de pensamento ruim atrapalhe o dia que eu preparei mentalmente pra ser tão bom, cheio de sorrisos e idéias e projetos animadores e encontros felizes e abraços... não é possível um olhar triste meu estragar tudo isso. Não admito. Não não. Gollum.


@ 1:42 PM


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Sonhei com mandalas gigantes, projetadas no chão. Então era como se o chão desaparecesse, e ficasse só a projeção translúcida e brilhante das mandalas. Elas pareciam um holograma, mas quem pisasse nas mandalas conseguia se manter de pé e firme. Todas eram lindas. Como esta daqui:



@ 1:41 PM


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segunda-feira, dezembro 15, 2003
 
Há um ano atrás
"Quando eu vi a Gabriela pensei que só podia ser amiga do Douglas. Tem tudo a ver." (Muriel)

Depois eu conheci o Muriel, fui acompanhá-lo com o Douglas a levar o embrião do Ambivalência pro Pingarilho desenhar. E senti que, assim como nosso amigo Douglas, ele também é uma das pessoas mais legais que eu já vi.


@ 5:09 PM


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sexta-feira, dezembro 12, 2003
 
1. [as pessoas que amam sentem o amor de longe e ficam perto da gente]

O teu amor com o Moisés parece forte. Tem braços, pernas, tronco e sol e terra. (Manu)


2. [prometo sempre lembrar]

Que o meu amor com o Moisés
tem braços,
pernas,
tronco e sol e terra.
E raiz no coração.


@ 1:33 PM


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quinta-feira, dezembro 11, 2003
 
He's big. He's green. He's ... Heimlich!
Inside this creepy, crawly circus star is a beautiful German butterfly.



Não tou MESMO a fim de escrever hoje.



@ 3:38 PM


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segunda-feira, dezembro 08, 2003
 
[8 de dezembro: mais um shitty short love poem
no meio de tantos outros shitty short love poems no mundo]

eu não entendo por que
as pessoas não entendem
o amor.


@ 5:08 PM


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um manisfesto para a Gabriela criar.

criar! criar criar criar...
criar shitty short love poems,
criar desenhos sem nexo,
criar textos ilegíveis...

criar para protestar:
contra os fantasmas que cruzam por mim
e me arrepiam e me enfraquecem,
tão invisíveis quanto os venenos que picam o coração.

criar amor nas calçadas,
passar fome de verdade para criar.
criar contra os hipócritas que
passam a perna nos que confiam.

me sacrificar por criar,
criar por algo.
criar contra os cartões de milhas
e as viagens ao exterior e os carros importados e as risadas débeis.

criar por alguém
criar por mim
criar contra as cabeças cortadas dos porcos limpos
criar contra as cabeças sujas dos que machucam por querer.

criar por viver.
criar =amor=M=vida.
criar contra os falsos amigos.
criar contra a morte do sonho natural limpo e porco.

criar a favor do amor.


@ 5:03 PM


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domingo, dezembro 07, 2003
 
Aqui na sua casa tem Betty Gibbons, Placebo e Elton John. Em cima da tua prancheta, estão a bermuda rasgada de cinco botões e a blusa com estampa de fotografia. As minhas roupas que nós arrancamos hoje no fim da tarde. Acho que o meu rosto está um pouco vermelho de sol. Grandes momentos moldados por pequenos e simples pensamentos. O teu beijo que secou o meu choro, como sempre os outros me machucando. E você me sarando com amor. Can you feel the love tonight?


@ 10:25 PM


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sábado, dezembro 06, 2003
 
give a monkey half a brain and he´s still bent to fry it


@ 8:24 PM


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@ 8:24 PM


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quarta-feira, dezembro 03, 2003
 
O início da infelicidade humana se encontra na comparação, disse o Rubem alves que disse Kierkegaard.

O Rubem Alves também disse isso:

A sua infelicidade com a solidão: não se deriva ela, em parte, das comparações? Você compara a cena de você, só, na casa vazia, com a cena (fantasiada ) dos outros, em celebrações cheias de risos... Essa comparação é destrutiva porque nasce da inveja. Sofra a dor real da solidão porque a solidão dói. Dói uma dor da qual pode nascer a beleza. Mas não sofra a dor da comparação. Ela não é verdadeira.


Perfeito para calar a minha insegurança. A minha solidão fica aparente quando todo mundo vai dormir e eu não consigo dormir. Então começo a fantasiar todos sonhando os melhores sonhos do mundo e me vejo sozinha no meio dos problemas "reais" da vida acordada. O meu pensamento antes de dormir pode ser transformado de tormento em prazer. Quem sabe assim aqueles pesadelos param...

A minha solidão vem da falta de solidão: simplesmente porque eu não sei reconhecê-la. Então agora eu vou sair pra ficar alguns minutos comigo.


@ 4:25 PM


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Desta vez quero comemorar o meu aniversário porque tenho o maior motivo de alegria de todos os anos que já vivi: Moisés.


@ 3:54 PM


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terça-feira, dezembro 02, 2003
 
Como será daqui a 2 dias?


@ 11:12 AM


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Não consigo mais pensar.


@ 11:11 AM


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[suíte 311: entre]

um pequeno quarto aberto contendo loucuras, descrições, pensamentos, coisas da vida
de gabi e moisés.







[suíte 311: outros quartos]


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