sábado, novembro 29, 2003
 



@ 12:11 PM


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sexta-feira, novembro 21, 2003
 
HOJE FOI O DIA MAIS LEGAL!
:)


@ 9:58 PM


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Mo,
Eu quero dançar com você, eu quero beijar a tua barriga por horas.
Ainda bem que o dia é nosso hoje.


@ 12:16 PM


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3 imgs



@ 12:15 PM


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quinta-feira, novembro 20, 2003
 
[Basquiat]

BASQUIAT!
BASQUIAT.
BASQUIAT!
BASQUIAT.
B A S Q U I A T .


Jean-Michel Basquiat.
Quality Meats for the Public (1983).
Oil paintstick and ink on paper.


@ 10:57 AM


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Desaprovem minhas decisões, aprovem minhas decisões, no final tanto faz. Entendam o que eu digo, não entendam. No final tanto faz. Eu continuo eu, com minhas dúvidas e certezas escolhidas. As minhas dúvidas são certezas que eu não quis escolher. São mensagens que eu não quis enviar nem apagar. São escolhas a fazer. Qual tinta usar? Qual papel? Quais letras? As minhas dúvidas são incertezas de quem não quer escolher. Onde morar? Ganhar dinheiro ou criar? Viver ou existir? Pensar ou fazer? Passamos a vida inteira respondendo aos outros, mas quase nunca nos respondemos. Eu me respondo escolhendo. Não tenho feito muitas respostas.

Oh yeah, alright
Are you gonna be in my dreams tonight?

Love you, love you...

And in the end the love you take
Is equal to the love you make


@ 10:51 AM


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domingo, novembro 16, 2003
 
mais uma foto bonita do filme:

Pinero e Sugar


@ 1:23 PM


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Died seeking the cause. Seeking A cause.



Benjamin Bratt em Piñero


Vim pensando sobre o nome daquela música Hated Because of Great Qualities. Ser odiado pelas grande qualidades acontece com quem é bom em alguma coisa. Quanto maior a dúvida de fora, maior deve ser a certeza de dentro.
Sobrevivência.
Pensei bastante sobre o que a Suzana disse ao Moisés: que todos os grandes artistas acreditavam no que estavam fazendo (e por isso a produção obsessiva, como uma forma de salvação). Talvez esta falta de fé seja a causa da minha insônia, a causa do meu silêncio. Mas não a causa da minha arte. Porque ainda não morri buscando esta causa, nem sequer dei minha vida pela causa...

E me aconteceu uma coisa muito curiosa. Vim pensando no meu trabalho de desenho, em um estilo de traço que eu quero e gosto de fazer, mas tenho medo de ninguém entender. Vim pensando no Piñero e naquela parte do filme em que ele está palestrando na universidade em Porto Rico e é questionado por um acadêmico burocrata sobre a genuinidade de sua obra. Piñero respondeu com sangue, respondeu com toda a paixão que tem por sua obra. Neste momento eu recuaria e os burocratas venceriam de novo.

Não devo recuar mais. Se eu não defender a minha causa não haverá obra, não haverá causa, não haverá poesia... E pra mim não haverá vida.

A coisa curiosa é que, nomomento exato em que pensava nisso, estacionei o carro em casa e topei com o meu professor de desenho. Não falei com ele porque não o alcancei, mas este sinal já foi o suficiente pra me dar a coragem de arriscar fazer o que eu quero, e fazer com sangue, com vida. Como o Piñero gritando poesia em cima do telhado.


@ 12:54 PM


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sexta-feira, novembro 14, 2003
 
feliz 1234 de novembrodezembrojaneirosempre.
1) Fechar todas as portas e janelas.
2) Desligar telefones.
3) Deixar ninguém junto de mim, exceto você.
4) E o George Harrison cantando pra nós, sorrindo no meio da grama, com sua barba comprida e segurando um gurada-chuva.


@ 4:20 PM


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quinta-feira, novembro 13, 2003
 
[A mudança]

Antes eu não tinha nenhuma métrica, nenhuma técnica, nenhum volume. Antes eu só tinha explosões sem conteúdo. As sensações que me faziam tremer de febre, hoje não passam de cócegas... e agora a minha saúde está bem melhor, obrigada.

Antes eu corrigia as letras certas e as palavras erradas. Agora sim é tudo certo, e eu não preciso de correções, tampouco explosões nem palavras exageradas e artificiais-calculadas. Porque agora há conteúdo que fala por si próprio. Não mais existe espaço vago no que antes era um músculo oco. Outrora um mero balão cheio de VENTO, agora cheio de SANGUE, de VIDA.

Antes eu precisava de mentira glamourizada pra viver, hoje não preciso de nada além do que eu vejo, experimento, sinto. Antes eu precisava pedir o dos outros, hoje eu tenho o meu. Antes eu tinha que exagerar pra acreditar. Hoje tudo é tão mais simples, tão mais REAL. Tão palpável. A diferença é que hoje algo me preenche. Antes algo me esvaziava.

Antes era propaganda, agora é arte.


@ 6:08 PM


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terça-feira, novembro 11, 2003
 
Um presente de bom dia:

Here Comes The Sun
(George Harrison)

Here comes the sun, here comes the sun
And I say it's all right
Little darlin' it's been a long cold lonely winter
Little darlin' it feels like years since it's been here
Here comes the sun, here comes the sun
And I say it's all right
Little darlin' the smiles returning to their faces
Little darlin' it seems like years since it's been here
Here comes the sun, here comes the sun
And I say it's all right
Sun, sun, sun, here it comes
Sun, sun, sun, here it comes
Sun, sun, sun, here it comes
Sun, sun, sun, here it comes
Sun, sun, sun, here it comes
Little darlin' I feel the ice is slowly meltin'
Little darlin' it seems like years since it's been clear
Here come the sun, here comes the sun
And I say it's all right
Here come the sun, here comes the sun
It's all right, it's all right


@ 11:24 AM


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sexta-feira, novembro 07, 2003
 
Como é que vai ser? Você está com medo? Eu estou, mas sei que não preciso. O céu parece tão calmo... como se nunca nada acontecesse. Tudo continua no mesmo lugar.
Ontem choveu muito. Não queria que tivesse chovido nanquim. Apesar de achar que não passaria, esta manhã a chuva já evaporou. Talvez chova de novo mas podemos segurar as nuvens pro nosso dia ficar assim como está. Porque hoje nós acordamos e eu acho que foi um pro outro. Nós acordamos e sentimos tudo no lugar certo: nossos olhos, nossos ouvidos, nossas mãos, nossa fala, nosso coração... então está tudo bem. Você está aqui. Eu estou aí.


@ 11:14 AM


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Hoje eu acordei tão... tão EU.
Apesar de o dia ter começado há horas atrás, bom dia.
Bom meio de dia.
Bom dia-nosso, todas as nossas horas condensadas em um dia 7.
O número já não mais importa. Só importa que o dia seja nosso.
Nosso bom dia.


@ 11:11 AM


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5 meses.
Ainda falta muito... muitomuitomuitomuitomuito.
Graças.


@ 11:07 AM


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quinta-feira, novembro 06, 2003
 
Tenho só um personagem pela metade, e já penso em matá-lo. Ele não é o que eu sinto quando escuto aquela música, ele é muito artificial. Preciso ouvir e sentir a música mais e melhores vezes. O personagem deve ser sincero, mesmo sendo uma invenção. Ele deve ser uma parte de mim e isso requer auto-observação. Não quero fazer o Antônio Novo morrer no final, mas isso não sou eu quem determino: é ele.
Por enquanto a história está parada e eu continuo te devendo o roteiro.
Converso com o Antônio Novo e ele já me contou coisas novas, me contou que não quer ser levado a sério e tampouco quer fazer o papel de enfermeiro como eu tinha pensado, ele quer ser só um cara tendo devaneios.

Que assim seja, mas que seja!
E será.

Quero te entregar logo essa história pra poder começar outras. E quero desenhar uma história também, por que não? E dar um roteiro pro Sobreiro também, que está há muito tempo na fila (foi mal a enrolação, Felipe!)


@ 4:59 PM


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Quatro copinhos de café. Cinco meses de histórias a contar. Meu cabelo que lavei no começo da manhã até agora não secou. Mas já cresceu quatro dedos.
O que teve de bom no meu dia? Quero te contar tudo:

São quase cinco horas e os homens no térreo jogam azulejos quebrados no lixo.

A minha colega senta-se fumando um cigarro e escrevendo de lápis num papel, acho que está preenchendo o imposto de renda. Está vestida de preto contrastando com o cabelo meio branco meio louro, e isto daria um retrato interessante.

Eu olho pro relógio toda hora.
Faltam 22 minutos pra gente se ver.
Eu penso muito em nós.

O cartaz que pendurei na parede da frente cai e quero pendurar um desenho que eu fizer na parede do lado pra me lembrar um pouco.

Mandei um e-mail pretensioso, sentimental e literário pra minha mãe. Nunca mostrei nada que escrevo e resolvi fazer algo especialmente pra ela. Vai ser uma surpresa.

O dia parece tão igual a todos os outros dias.

Mas vou mentir se disser o chavão de que nada mudou.
Porque tudo mudou sim: pra melhor.

Os projetos voltaram, o ânimo também. O amor sempre esteve aqui. Eu sempre estive aqui, mas estava meio dormindo nos últimos tempos. Coisas que acontecem.

Acontece que esta é a nossa vida. Também podemos ter o nosso Altar Publicado :)

Acontece que eu quero te encontrar daqui a pouco e que o fim do dia seja tão bonito quanto foi o meio-dia. Que o dia acabe com um beijo e com um abraço.


@ 4:58 PM


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[suíte 311: entre]

um pequeno quarto aberto contendo loucuras, descrições, pensamentos, coisas da vida
de gabi e moisés.







[suíte 311: outros quartos]


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